Comparativo de interpretadores de linha de comando: Bash vs Fish.
Este artigo da ZDNET, escrito por Jack Wallen, compara os shells de comando do Linux Bash (Bourne Again Shell) e Fish (Friendly Interactive SHell), destacando como o Fish torna o uso da linha de comando muito mais fácil e intuitivo para o usuário.
Aqui está o resumo dos principais pontos abordados:
1. A Importância do Shell
O shell é o intermediário que interpreta os comandos para o kernel do Linux. Sem ele, os comandos e aplicativos não funcionariam. Embora o Bash seja o shell padrão na maioria das distribuições Linux e permita criar scripts poderosos, ele existe há muito tempo e mudou muito pouco.
2. Diferenças Práticas: Bash vs. Fish
O autor resume a diferença dizendo que "o Bash parece que trabalha para você, enquanto o Fish parece que trabalha com você":
- Sugestões automáticas: O Fish oferece sugestões em tempo real baseadas no seu histórico de comandos enquanto você digita. Basta pressionar a tecla de seta para a direita para aceitar a sugestão. O Bash apenas aceita o comando após você digitar tudo e pressionar Enter.
- Destaque de sintaxe por cores: No Fish, se você digitar um comando inválido ou um caminho de arquivo incorreto, o texto fica vermelho. Assim que o comando ou caminho se torna válido, ele muda para azul.
- Navegação facilitada: Ao pressionar Tab no Fish, ele exibe uma lista de sugestões que você pode navegar utilizando as setas do teclado.
- Sintaxe simplificada: * Para definir variáveis, o Fish usa um comando simples (ex: set name jack).
- Em vez das crases (`) do Bash para executar subcomandos (que costumam confundir), o Fish utiliza parênteses normais (ex: echo (whoami)).
- Abreviações permanentes: O Fish permite criar abreviações (abbr) de comandos longos com facilidade (como transformar git checkout em gco), e elas permanecem salvas mesmo após o logout.
- Calculadora integrada: O Fish vem com a função math integrada diretamente no prompt (ex: math 5020/220).
3. Instalação e Configuração
O Fish está disponível nos repositórios padrão das principais distribuições. O artigo demonstra como instalá-lo:
- Ubuntu/Debian:
sudo apt-get install fish -y
- Fedora:
sudo dnf install fish -y
- Arch Linux:
sudo pacman -S fish
Para defini-lo como o shell padrão do sistema, usa-se este comando:
chsh -s $(which fish)
Se o usuário quiser reverter para o Bash posteriormente, basta rodar este comando:
chsh -s $(which bash)
Conclusão: O Fish é uma alternativa muito mais amigável que resolve recursos negligenciados pelo velho Bash, empoderando o usuário no uso da linha de comando.
Fonte:
https://www.zdnet.com/article/bash-vs-fish-which-linux-shells-makes-using-the-command-line-easier/?taid=6a16c0bdb77dd2000120f67b&utm_campaign=trueAnthem: Trending Content&utm_medium=trueAnthem&utm_source=twitter
Aqui está o resumo dos principais pontos abordados:
1. A Importância do Shell
O shell é o intermediário que interpreta os comandos para o kernel do Linux. Sem ele, os comandos e aplicativos não funcionariam. Embora o Bash seja o shell padrão na maioria das distribuições Linux e permita criar scripts poderosos, ele existe há muito tempo e mudou muito pouco.
2. Diferenças Práticas: Bash vs. Fish
O autor resume a diferença dizendo que "o Bash parece que trabalha para você, enquanto o Fish parece que trabalha com você":
- Sugestões automáticas: O Fish oferece sugestões em tempo real baseadas no seu histórico de comandos enquanto você digita. Basta pressionar a tecla de seta para a direita para aceitar a sugestão. O Bash apenas aceita o comando após você digitar tudo e pressionar Enter.
- Destaque de sintaxe por cores: No Fish, se você digitar um comando inválido ou um caminho de arquivo incorreto, o texto fica vermelho. Assim que o comando ou caminho se torna válido, ele muda para azul.
- Navegação facilitada: Ao pressionar Tab no Fish, ele exibe uma lista de sugestões que você pode navegar utilizando as setas do teclado.
- Sintaxe simplificada: * Para definir variáveis, o Fish usa um comando simples (ex: set name jack).
- Em vez das crases (`) do Bash para executar subcomandos (que costumam confundir), o Fish utiliza parênteses normais (ex: echo (whoami)).
- Abreviações permanentes: O Fish permite criar abreviações (abbr) de comandos longos com facilidade (como transformar git checkout em gco), e elas permanecem salvas mesmo após o logout.
- Calculadora integrada: O Fish vem com a função math integrada diretamente no prompt (ex: math 5020/220).
3. Instalação e Configuração
O Fish está disponível nos repositórios padrão das principais distribuições. O artigo demonstra como instalá-lo:
- Ubuntu/Debian:
sudo apt-get install fish -y
- Fedora:
sudo dnf install fish -y
- Arch Linux:
sudo pacman -S fish
Para defini-lo como o shell padrão do sistema, usa-se este comando:
chsh -s $(which fish)
Se o usuário quiser reverter para o Bash posteriormente, basta rodar este comando:
chsh -s $(which bash)
Conclusão: O Fish é uma alternativa muito mais amigável que resolve recursos negligenciados pelo velho Bash, empoderando o usuário no uso da linha de comando.
Fonte:
https://www.zdnet.com/article/bash-vs-fish-which-linux-shells-makes-using-the-command-line-easier/?taid=6a16c0bdb77dd2000120f67b&utm_campaign=trueAnthem: Trending Content&utm_medium=trueAnthem&utm_source=twitter
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